Diálogo:
Eu: É que já me chamaram de louco, doido, mas não de forma carinhosa. Foi de forma pejorativa mesmo.
Sobre o que te falei, apenas foi o que realmente aconteceu.
Falar o que sente hoje em dia é defeito.
Pessoa misteriosa:
Não!
Você não é doido de doidura!
Eu: Para você sei que não.
Mas para a grande maioria sou.
Mas não porque eu seja uma pessoa ruim.
Ela: Esquece a grande maioria, dê importância somente aos de verdade.
Eu: Mas sim porque a grande maioria cresceu sendo educada para ser um adulto boçal.
Ela: Vamos falar de coisas boas.
Eu: Sensibilidade é defeito, dizer o que sente é defeito, ser diferente
é defeito, criticar é defeito, questionar é defeito. Então nada muda,
assim a idiocracia domina o mundo com passos cada vez mais longos. Não
estamos falando de nada ruim, gosto de alguém com argumentos para
conversar comigo. Principalmente sendo uma pessoa que me aprecia de
verdade, como você.
Reflexão:
Às vezes é bom ter uma
pessoa que com poucas palavras abre um livro em nossa mente. Agradecer
pelo que temos, pela chance de viver é melhor do que reclamar por
problemas que muitas vezes não são problemas. Viva as boas pessoas e
seus corações valiosos!

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