Namoraria alguém?
A resposta:
Tem uma pessoa que eu gostaria muito de ter a chance de conhecer melhor. Gosto dela e sei que ela gosta de mim também. Mas existem algumas reticências aí. [...] Não gosto delas, porque elas não definem nada, deixam no ar. Sim ou não? Talvez? Prefiro um ponto final, porque ele resolve. As reticências ficam sempre deixando a desejar. Tenho 29 anos, passei sete, quase oito namorando.
Ou seja, não entendo muito de pegação. Prefiro um sentimento verdadeiro, conhecer bem a pessoa, ajudá-la, ser um ombro para um choro se necessário, ser a piada pronta num momento inoportuno, ser o sorriso em um momento difícil. As pessoas sofrem porque querem escolher quem amar, querem controlar tudo. E o amor é incontrolável, sem explicação, você apenas sente.
Sofrem também por pensarem e quererem apenas a melhor parte. E namoro é muito mais que isso. É você saber aceitar a pessoa com seus defeitos, entendê-los, se possível ajudar a pessoa a melhorar. Mudar a pessoa? Se essa tentativa existir é um equívoco. Precisamos ser um apoio nos momentos difíceis, sendo assim, nos poucos, porém valorosos lampejos de felicidade, em sua memória serão eternos.
Entende? Aquela palavra de quatro letras não pode ser dita em vão. Gostar é um começo, um passo, um ato, mas se disso vai surgir amor o texto fica mais complexo. Beleza é fundamental? Não! Afinidades, essas sim são necessárias. Já disse uma vez, não me envolvo com a capa, prefiro me entrelaçar com o conteúdo. Não vou pelo que vejo, mas sim pelo que sinto.

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